Associação de São Bartolomeu dos Alemães em Lisboa apoia remodelação de casa na Aldeia de Crianças SOS de Bicesse.

2018-06-15

A Associação de S. Bartolomeu dos Alemães apoiou a remodelação da Casa Manuel León Kác da Aldeia de Crianças SOS de Bicesse, que acolhe 60 crianças. No apoio a Associação S. Bartolomeu dos Alemães também incluiu a aquisição de uma cadeira de rodas para uma criança com deficiência que reside na Aldeia.

Na reinauguração daquela casa, o Presidente do Conselho Diretivo das Aldeias de Crianças SOS em Portugal, Jorge Carvalho, salientou a importância do “gesto generoso e solidário assumido por esta Associação de empresários que dirigem algumas das mais reputadas empresas alemãs a operar em Portugal” que assumiram o encargo das obras da casa, cuja execução acompanharam, mediante visitas locais periódicas.

Já Constantin Ostermann von Roth, Presidente da Associação S. Bartolomeu dos Alemães salientou o compromisso da sua organização pelas causas humanitárias em particular as do acolhimento e da promoção das condições de habitabilidade e conforto às populações socialmente mais desprotegidas. “É também um exemplo que gostaríamos que fosse acompanhado por mais empresas já que a preocupação ética pela integração e inclusão das crianças mais vulneráveis sobretudo as que foram privadas dos cuidados dos seus pais deve ser de todos.”

As Aldeias de Crianças SOS estão presentes em 134 países e territórios e integram a Federação SOS Kinderdorf International que participa com estatuto consultivo no Conselho Economico e Social da ONU.

A Associação das Aldeias de Crianças SOS Portugal dispõe de dois programas de intervenção junto das crianças. O Programa de Protecção (Aldeias SOS) providencia cuidado a longo prazo a crianças que não podem estar com as suas famílias biológicas nas 3 Aldeias SOS, situadas em Bicesse (Cascais), Gulpilhares (V.N.Gaia) e na Guarda. O Programa de Prevenção (Fortalecimento Familiar) com pólos em Rio Maior, Guarda e Oeiras, trabalha em ambiente familiar, com crianças e famílias sinalizadas como estando em risco para que as mesmas adquiram competências parentais e seja evitada a institucionalização. Juntos acolhem e acompanham mais de 300 crianças.

 

Fonte: Aldeias SOS

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