DefendeRisk | Newsletter 3

2018-08-31

                                               Agosto 2018

Foto Salomão Rodrigues/jn

Peritos na Assessoria Exclusiva aos Segurados

A DefendeRisk Consultores é uma empresa que presta Consultoria e Assessoria Exclusiva aos Segurados na regularização de sinistros patrimoniais em sede de Risk Management, com capacidade para atuar de forma transversal a todos os setores de atividade empresarial desde a construção civil à indústria transformadora, química e de celulose.

Para além disto, a DefendeRisk efetua Risk Consulting na Análise Integral da Gestão do Risco Patrimonial na continuidade do negócio, assim como na Análise das Apólices já existentes de forma a verificar se estas se adequam a realidade da empresa.

A DefendeRisk tem capacidade para ajudar e apoiar as empresas afetadas através da avaliação do impacto que este incêndio poderá ter causado nas mesmas, com o objetivo principal de maximizar a indemnização e minimizar o tempo de regularização dos prejuízos e consequentemente da indemnização.

Pós-Graduação na Coimbra Business School inicia em outubro

A DefendeRisk Consultores em parceira com a Coimbra Business School, irá iniciar, como tem vindo a ser anunciado, uma pós-graduação em Risk Managment e Peritagem de Sinistros no mês de outubro.

A falta de formação académica específica na área da peritagem de sinistros tem vindo a ser cada vez mais “falada” e por essa mesma razão surge esta pós-graduação como forma de preencher esta lacuna. Serão abordados diversos conteúdos programáticos como Direito de Seguros, Seguros e Sinistros de Responsabilidades, Seguros e Sinistros de Património e Pessoas, Seguros e Sinistros de Perda de Lucros e Transportes, Análise de Risco e Métodos de Determinação de Prejuízos, Técnicas de Investigação e de Formação da Prova, Gestão de conflitos, técnicas de Negociação, Planeamento e Gestão de Catástrofes, Métodos de combate à Fraude e, Auditoria e Controlo Interno.
As inscrições efetuadas através da DefendeRisk, e até 16 de setembro, terão o desconto de 12% sobre o valor da pós-graduação. Poderá consultar mais informações e fazer a inscrição aqui.

 

 

Artigo de Opinião

GESTÃO DOS RISCOS NA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO

Lúcio Pereira da Silva

A gestão dos riscos tem um impacto potencial na continuidade do negócio em todas as organizações, qualquer que seja a sua atividade operacional. 

Na salvaguarda dos interesses dos principais Stakeholders deve ser criada uma framework de forma a assegurar a capacidade de uma resposta efetiva e imediata aquando da ocorrência de um incidente, independentemente da sua severidade.

De acordo com o estudo do Business Continuity Institute, aconteceu o seguinte ás empresas que sofreram um incidente Grave:

  • Mais de 40 % das organizações após um incidente grave nunca conseguiram reiniciar a atividade;
  • Mais de 80 % extinguiram-se passados 1 Ano;
  • Mais de 90 % das empresas que perderam informação terminaram passados 2 anos;
  • Mais 50 % que perderam os serviços de tecnologias de informação terminaram apos 5 anos do desastre.

 

Logo que possamos reduzir os prejuízos consequência dos desastres, as empresas devem ter um planeamento interno das ações a ter em caso de desastre, que cause danos aos recursos, desde as instalações, equipamentos, pessoas para que possam de imediato ter continuidade o mais urgente possível as operações produtivas da organização.

A sobrevivência após um desastre Natural ou não depende da estratégia de recuperação face ao nível da severidade dos danos ocorridos. A empresa pode estar protegida contra ameaças através da tramitação da responsabilidade do risco para uma entidade terceira, a seguradora, no entanto a continuidade do negócio vai depender das garantias base e complementares assim como das verbas seguras para os diversos itens, desde os ativos imóveis, móveis, equipamentos industriais, matérias-primas, produtos em curso e acabados, etc.

O Seguro de perdas de explosão que devera ser considerado o seguro de vida da empresa também devera estar de acordo com as reais necessidades em termos de verbas seguras além dos encargos permanentes. O período de indemnização também é de extrema importância sendo o período de carência o risco assumido pela empresa em caso de sinistro.

O período de tempo de inatividade da empresa, ou seja, quase sempre superior ao tempo de regularização do sinistro, é o fator determinante para a severidade das consequências desastrosas do incidente.

Assim a planear a continuidade do Negocio é em caso de desastre ou sinistro uma ajuda importante na recuperação rápida da operacionalidade normal da empresa além de proteger os ativos da mesma de forma pró-ativa no controle à exposição frágil à concorrência feroz existente no mercado empresarial.

Planear o que provavelmente pode acontecer em caso de sinistro, é possível verificar através da análise em simulacro de um desastre onde se pode considerar a tipologia do sinistro, a severidade do mesmo, além de outras condicionantes de forma a colocar segurança patrimonial da organização no nível que a administração ou responsáveis da mesma consideram.

Uma avaliação do impacto nos negócios é obrigatória, pois devem ser conhecidas as potenciais ameaças e a sua magnitude no impacto consequencial ao desastre. Este pode ser financeiro, onde as perdas financeiras por destruição ou prejuízos por não estarem seguros, operacional pela destruição da estrutura do processo de negócio e também o risco reputacional, este ativo intangível traduz-se num conjunto de informações que podem ser transmitidas pela comunicação social e difundido pelos concorrentes em prejuízo da organização que sofreu o desastre. No entanto, a avaliação das alternativas na recuperação da operacionalidade da organização assim como no tratamento de todos estes aspetos muito importantes, terá efeito imediato na continuidade do negócio da empresa seja qual for a sua atividade empresarial.

A identificação dos tipos de Riscos existentes nas organizações, que podem ser tramitados depois de mitigados para uma entidade terceira, a seguradora, objetivamente os patrimoniais

Em qualquer desastre ou sinistro existem sempre ameaças, mas também há OPORTUNIDADES que devem ser analisadas e tratadas de acordo com interesses da empresa.

“Falhar ao planear é planear o fracasso”
 - Benjamin Franklin

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