Newsletter #4

2018-10-22

                                       Newsletter #04                                            Setembro 2018

 

 

 

Evento de Apresentação da Pós-Graduação em Risk Management e Peritagem de Sinistros

 

Realizou-se no passado dia 29 de setembro a sessão de apresentação da Pós-Graduação em Risk Management e Peritagem de Sinistros, pós-graduação essa que resulta de uma parceria entre a DefendeRisk Consultores e o ISCAC – Coimbra Business School e também de uma necessidade em preencher uma lacuna de formação nesta área em específico.
O público-alvo para esta pós-graduação são os peritos séniores, mediadores, corretores, gestores de Sinistros, Engenheiros de todas as áreas, Economistas, Toc’s, Roc’s, Advogados, recém-licenciados em ciências forenses, Analistas de Risco, Avaliadores Imobiliários, licenciados em Gestão de empresas.
Esta sessão ocorreu  no Auditório Marques de Almeida, nas instalações da Coimbra Business School. Contou com a presença de dois oradores, nomeadamente o Dr. Fernando Amorim, Administrador da UNIVERSALIS Risk Management e o Dr. Pedro Afra Rosa, Administrador da AVA-Anselmo Vaz, Afra e Associados- Soc. Advogados, Lda., ambos sponsors da pós-graduação.
O Dr. Luís Pedro Carvalho, Diretor de Sinistros Patrimoniais, Acidentes Pessoais e Vida, da Tranquilidade, também docente nesta pós-graduação, fez a apresentação da mesma de forma esclarecedora, incentivando os alunos presentes a arriscarem nesta profissão de elevado potencial de empregabilidade.
A DefendeRisk Consultores considera que a estreita colaboração com o ensino superior e a participação neste tipo de iniciativas é muito relevante, na medida em que promove o conhecimento e o desenvolvimento de novas competências aos profissionais da área dos seguros e gestores de empresas.

 

 

ARTIGO DE OPINIÃO

CATÁSTROFE NO MUSEU, A TRAGÉDIA ANUNCIADA

Lúcio Pereira da Silva

Terão os museus, bibliotecas e outros edifícios de interesse para a sociedade planos operacionais de prevenção ao Risco de Catástrofes Naturais ou Humanas?
A catástrofe nestes edifícios gera uma perda irreparável do espólio e acervo únicos, desde obras de arte a coleções ou simplesmente objetos e peças únicas ou muito raras.
Os cortes nas verbas para a gestão destes espaços, implicam os cortes em pessoal e meios o que desde logo, em caso de catástrofe e tragédia, deveria contribuir o crime por negligência com dolo, eventualmente.
Que ensinamentos podemos retirar da tragédia ocorrida recentemente no Brasil? Para os nossos Museus, Bibliotecas e afins, existem planos para mitigar e prevenir os efeitos das catástrofes naturais ou humanas?
Os elementos que compõem o corpo de funcionários estão treinados para reagirem a um evento desta natureza?

As ações de formação, simulacros são realizadas com que periocidade? Os planos e procedimentos para obras de arte e coleções (objetos especiais de características únicas) se existem, estão devidamente identificados e informados?
Não são somente os incêndios a causa da destruição, mas também sismos e fenómenos da natureza cada vez mais severos e regulares.
Estão os locais de refúgio dentro destes edifícios devidamente identificados e os funcionários preparados para atuar?
Além de tudo o que se possa ser dito, o investimento público deve ser guiado de forma cuidadosa e rigorosa além de que as receitas geradas nesses locais devem ser lá utilizadas para a prevenção cuidadosa dos respetivos espaços e meios humanos necessários.
Identificar os RISCOS associados não é difícil, implementarem-se as ações para mitigá-lo é que se torna tarefa quase impossível.

 

ARTIGO DE OPINIÃO

OS FURACÕES, AS TEMPESTADES, INUNDAÇÕES E CHUVADAS HISTÓRICAS

Fernando Morato

 

O sul da China foi atingido recentemente pelo supertufao Mangkhut que teve ventos com velocidades de 170 km/h a 223 Km/h, enquanto a monstruosa tempestade Florence fez deslocar mais de 2,4 Milhões de pessoas no seu conjunto.
O nível da água chegou aos 3,5 metros em algumas zonas. Nos Estados Unidos estas chuvas fizeram transbordar rios e inundaram varias cidades.
Mais de 900 voos foram cancelados em Hong kong, Shenzhen e Guangzhou. Cerca de 50 000 barcos foram obrigados a voltar para os portos.
Quanto á tempestade Florence , a mesma deixou sem eletricidade na Carolina do Norte mais de 760 000 casas e edifícios , com algumas cidades a terem de  declarar o recolher obrigatório. Cerca de 15 000 pessoas tiveram de se recolherem em abrigos temporários e mais de 900 tiveram de ser resgatadas por equipas de socorro.
Esta tempestade foi identificada de categoria 4 na escala de 1 a 5 de Saffir-Simpson, tendo a Agencia Federal de Gestao de Emergências ( FEMA) dada a informação de que esta teve mais de 800 kms de largura. Em suma foi sem duvida pior do que o Harvey , que atingiu o Texas em 2017, onde causou estragos de 107 mil milhões de euros.
Foi classificado como o mais forte em décadas, onde as inundações são as consequências mais mortíferas das tempestades.
 

Para resposta a estas catástrofes o fundo da FEMA tinha mais de 20 mil milhões euros para auxílio a catástrofes naturais. Tudo idêntico ao que acontece em PORTUGAL a exemplo da situação de PEDROGAO.
Por cá também temos inúmeros fenómenos que ameaçam os Açores frequentemente, estes furacões atingem as ilhas e são cada vez mais frequentes de acordo com o IPMA.
O último foi o Furacão HELENE, que ameaçou os grupos ocidental e central, com ventos máximos de 150 km/h e de categoria 2.
Devemos estar preparados e ser criado um fundo de auxilio aos particulares, assim como uma comissão de intervenção em caso de catástrofe, peritos que atuassem em colaboração direta com as entidades oficiais e sob a tutela do respetivo ministério de forma a evitar o cenário vivido nos incêndios de Outubro de 2017.
Quanto aos empresários deverão estes considerar o mapeamento e a Gestão dos Riscos associados á atividade da sua organização como um investimento e não como um custo, pois em caso de catástrofe, poder a Apólice responder de forma objetiva aos prejuízos consequenciais do desastre. Se assim não for ficará em risco a continuidade da empresa e todo envolvimento social e corporativo que a mesma tenha no momento em que aconteceu a catástrofe. 



"Troque o medo de errar pela vontade de acertar"


 

 

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