Escritórios no Grande Porto com taxa de desocupação de 7,3%

2019-02-01

A par da elevada procura por parte de novas empresas, sobretudo multinacionais, a oferta de escritórios do Grande Porto evidencia ainda uma escassez de espaços de qualidade. É no Porto que se concentra a maioria da oferta de escritórios na região, com um total de stock existente a rondar os 820 mil m2, repartidos por mais de 250 edifícios (54 porcento do total). A taxa de desocupação de escritórios no Grande Porto encontrava-se, em dezembro de 2018, nos 7,3 porcento, representando uma descida acentuada face a 2017. A Boavista é a localização que concentra a oferta de maior qualidade, representando 45 porcento do total, cerca de 180 mil m2. Esta zona prime regista também um valor abaixo da média de desocupação do Grande Porto, 6,4 porcento.

Estas são algumas das conclusões apuradas no âmbito da 2ª edição do estudo “Mercado de Escritórios do Porto”, uma iniciativa das consultoras Predibisa e Cushman & Wakefield, que atualizaram o trabalho pioneiro desenvolvido em 2017 de levantamento da oferta de escritórios do Grande Porto. Esta análise pretende ser uma referência para promotores, ocupantes e investidores, incentivandodesta forma a transparência e consequente crescimento deste importante segmento do mercado imobiliário.

De encontro à informação obtida para a amostra do estudo (mais de 1,3 milhões de m2), a taxa de desocupação de escritórios no Grande Porto evidencia que as zonas Porto - ZEP (Zona Empresarial do Porto) e Matosinhos apresentam as taxas mais reduzidas, ambas na ordem dos 5,6 porcento. Em contraste, a taxa de desocupação mais elevada é verificada na zona do Porto - Oriental, com 10,7 porcento, valor em grande parte influenciado pela reduzida dimensão da oferta, tratando-se apenas de 13.900 m2 desocupados.

 

Fonte: Predibisa

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